Da investigação ao tratamento cirúrgico, cada caso é avaliado de forma individualizada para definir a conduta mais segura — seja por acompanhamento clínico, procedimentos em consultório ou técnicas minimamente invasivas quando indicadas.
Cirurgia indicada em casos selecionados para remoção do útero, com planejamento individualizado e possibilidade de abordagem minimamente invasiva, buscando mais segurança, menor agressão ao corpo e recuperação mais favorável.
Procedimento minimamente invasivo que permite visualizar o interior do útero para investigar e tratar alterações como pólipos, miomas e sangramentos anormais, geralmente sem necessidade de cortes ou internação prolongada.
Procedimentos voltados para a remoção de lesões pré-cancerígenas no colo do útero causadas pelo HPV, ajudando a prevenir o desenvolvimento de câncer cervical.
Procedimentos indicados para o tratamento de condições como endometriose, miomas e cistos ovarianos, com foco em precisão cirúrgica, preservação da saúde ginecológica e melhora da qualidade de vida.
O laser genital é uma técnica moderna e eficaz utilizada para tratar uma série de condições ginecológicas, como atrofia vaginal, incontinência urinária e ressecamento vaginal, problemas comuns especialmente após a menopausa.
Métodos contraceptivos de longa duração que oferecem alta eficácia na prevenção da gravidez. O DIU é inserido no útero, enquanto o Implanon é um pequeno implante subcutâneo.
Exame realizado no consultório para auxiliar no diagnóstico de corrimentos recorrentes, como candidíase e vaginose. Permite visualização imediata dos agentes infecciosos, contribuindo para um tratamento mais eficaz e direcionado. Ideal para pacientes que enfrentam desconforto frequente, mesmo após múltiplas tentativas de tratamento.
Técnica minimamente invasiva realizada por pequenas incisões, com auxílio de tecnologia de imagem, indicada para tratar condições como endometriose, miomas, cistos ovarianos e outras alterações ginecológicas, quando necessário.
Com formação pela USP e atuação em procedimentos e cirurgias ginecológicas, a Dra. Camila Tacla une escuta, precisão diagnóstica e indicação responsável de tratamento para cada paciente. Seu cuidado é voltado tanto para a prevenção e acompanhamento ginecológico quanto para casos que exigem abordagem cirúrgica, como pólipos, miomas, endometriose, cistos ovarianos, sangramentos anormais e lesões no colo do útero.
Clínica localizada na Al. Santos, 455, Cj 203, São Paulo - SP. O espaço oferece um ambiente leve e confortável para melhor recebê-las.
Tratamos condições como endometriose, pólipos, sangramento anormal, lesões relacionadas ao colo do útero ou HPV, dor pélvica, Infertilidade com indicação cirúrgica, cistos no ovário, adenomiose. .
A histerectomia é uma cirurgia para remoção do útero, indicada em situações específicas. Já a histeroscopia é um procedimento minimamente invasivo que permite avaliar e, em alguns casos, tratar alterações dentro do útero, como pólipos, miomas e sangramentos anormais.
Atendemos apenas consultas particulares.
O tempo de recuperação varia de acordo com o procedimento, mas com as técnicas minimamente invasivas, a maioria das pacientes retorna às atividades normais em poucas semanas.
Sintomas como sangramento anormal, dores pélvicas constantes, alterações no ciclo menstrual e corrimentos incomuns são sinais que precisam ser avaliados.
A colocação do DIU pode causar um leve desconforto, mas o procedimento é rápido e seguro, com mínima necessidade de repouso após a inserção.
A escolha do método contraceptivo ideal depende de vários fatores, como estilo de vida, histórico de saúde e planos para o futuro. Durante a consulta, avaliamos qual a melhor opção para cada paciente.
Os principais sintomas são cólicas intensas, dor durante a relação sexual e dificuldades para engravidar. O diagnóstico é feito por meio de exames clínicos e de imagem.
Se você está tentando engravidar há mais de um ano sem sucesso, ou seis meses caso tenha mais de 35 anos, é recomendado buscar uma avaliação.
A cirurgia pode ser indicada em casos de miomas, pólipos, endometriose, cistos ovarianos, sangramentos anormais, lesões no colo do útero ou outras condições que não respondem bem ao tratamento clínico. A indicação depende sempre de uma avaliação individualizada.